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Por onde andam os ex-integrantes de algumas famosas "Boybands" dos 80s/90s - Segunda Parte

Eles foram ídolos adolescentes de famosos grupos entre os 80s/90s, tiveram tudo: fama, sucesso e dinheiro. Depois que saíram dos grupos realizaram diferentes atividades, alguns continuam no meio artístico e outros já não. Saiba o que eles andam fazendo:

Jonathan Montenegro: Ex-integrante do grupo Menudo


Jonathan Montenegro  foi um integrante do famoso grupo Menudo. O grupo Menudo foi umas das boybands que mais fizeram sucesso no mundo e  foi internacionalmente reconhecida entre os anos 80s e 90s. Jonathan fez parte do grupo de 1990 até 1991. Sobre as melhores lembranças da sua época no Menudo: "Tenho tantas lembranças, mais o que mais me lembro, são as primeiras visitas que fiz a cada país, mais que nada por como eramos recebidos e o impacto que era o Menudo nos países que visitávamos". Ao perguntar sobre a pior lembrança: "A pior lembrança? Acho que foi a exploração laboral".  Jonathan ainda tem contato com a maioria dos ex-Menudos.
Depois de deixar o grupo, ele voltou a se dedicar à atuação, trabalhando em novelas, filmes e no teatro. Sobre o que ele esta fazendo atualmente, ele diz: "Terminei uma temporada de teatro, onde estreei como produtor de um espetáculo e como diretor de outro. A experiência foi fantástica!"

Hans Zeh: Ex-integrante dos Marotos



Hans Zeh  foi um dos integrantes dos Marotos do programa da Mara no SBT.  Atualmente Hans é músico, ele toca na banda Prefixo Onze e também é produtor musical, produz música para outros artistas e para publicidade.
Entre as melhores lembranças daquela época, ele conta: "Eu adorava as gravações do programa, a rotina de ensaios, mas o que eu mais amava eram as viagens, os shows que fazíamos por todo o pais. Tanto que depois de deixar o grupo, segui minha carreira como músico e produtor e assim continuei fazendo shows com outros artistas". 
Ele ainda tem contato com varios ex integrantes: "Tenho contato com a Grazi, a Valesca, Dani Parada, Daninha, Alessandra, Angelica, tudo pela internet..." 
Sobre como lidava com o assédio das fãs da época: "Pra mim sempre foi tudo muito natural. Adorava as cartas, as mensagens nas nuvens do cenário." relembra Hans.
Para saber mais sobre a banda acesse: www.prefixoonze.com

Sandro Haick: Ex-integrante do grupo BomBom



Sandro Haick foi um dos integrantes do grupo BomBom, ele era o baterista desta boyband de grande sucesso entre 83 e 85. Atualmetente Sandro é músico e produtor musical. Este ano lançou seu primeiro DVD: Sandro Haick KAKO: "Lancei meu primeiro DVD tocando apenas bateria, músicas minhas instrumentais com um super time de músicos convidados, gravamos ao vivo dentro do melhor estúdio do Brasil, Mosh", diz Sandro. El também vai lançar  um CD de duo "Sandro Haick e Mestrinho", violão, guitarra e sanfona,  2 Video Aulas de bateria: "Uma Hora Musical com Sandro Haick Vol 1 e 2 - Bateria Musical". Participa do Dolphin Experience Trio - (Tomati, Sandro Haick e Ricardinho Paraíso) um power trio de música brasileira patrocinado pela empresa Dolphin, e o DVD será lanzado no EMeT em São Paulo. Sandro da aulas, workshops, clínicas e oficinas musicais pelo Brasil todo e tem um estúdio em São Paulo. 
Sandro tocou por 10 anos com o Mestre Dominguinhos, produziu discos e DVDs dele, ganhou  um Grammy com ele, produziu os Cds de Liv Moraes, e também tocou  e produziu o CD da cantora Guadalupe, que sairá em 2015. Tocou  e produziu o DVD da banda do seu pai Netinho: Os Incríveis 50 anos, show gravado no Teatro Bradesco em SP, que sairá para fim de 2014 pela Gravadora Eldorado.
Sobre as melhores lembranças  da época do grupo: "Só tenho boas lembranças, eu tinha 11 anos e tocava pelo Brasil todo, em shows, programas de tv como Chacrinha, Fantástico, Hebe Camargo, Silvio Santos, Gugu, Bolinha, Raul Gil, todos os programas de 1983 a 1985 nós do grupo Bom Bom estávamos presente, era uma farra, diversão total, viajávamos nós 4 do grupo e meu pai que era o manager, depois entrou um roadie pra ajudar com o equipamento; eu saí da escola com 12 anos porque já estava "famoso" e não me davam sossego na escola, também eu faltava muito por causa das viagens, tive que sair e nunca mais voltei, mas prometi ao meu pai na época que eu ía estudar a sério música, e foi o que fiz, hoje me tornei um multi-instrumentista que toca de tudo, consegui a minha personalidade musical, também sou compositor e arranjador!"
Enquanto a fama conquistada naquela época Sandro diz: "Eu nunca lidei bem com isso, nao gosto dessa palavra "famoso" eu nunca tive  graças a Deus o bichinho do sucesso que a maioria dos artistas tem, sou uma pessoa normal e gosto da minha privacidade, fico feliz quando os músicos vem falar comigo, me admiram pela minha música, minha verdade, isso eu gosto, mas não por causa de fama, imagem, tv, isso não leva a lugar nenhum, humildade e simplicidade é o que realmente vale!"
Sandro ainda tem contato com os outros ex-integrantes do grupo: "Sim, são muito amigos e queridos, com o Dino (guitarrista) toquei a 2 anos no 2 Festival de Jazz Manouche de Piracicaba, tocamos juntos novamente após 30 anos, o Marcelo (cantor) continua na ativa, nos vemos de vez em quando, e o Paulo (baixista) é quem eu tenho mais contato, inclusive estamos trabalhando juntos na empresa Izzo Musical, ele é Relações Artisticas da empresa e eu sou endorsed das marcas da empresa como Dolphin (estou desenvolvendo as novas baterias signature Sandro Haick Dolphin) Timbra Percussion, SG Strings, e Bosphorus Cymbals empresa de pratos Turco que também sou endorsed".
Sandro estará tocando em Mercedes Uruguay  no Festival de Jazz A La Calle en Janeiro de 2015.

Paulo Roberto Rozani: Ex-integrante do grupo BomBom



Paulo Roberto Rozani  também foi um dos integrantes do grupo BomBom, ele era o contrabaixista Ele começou  no grupo ao 13 anos, gravou 3 singles e um LP intitulado "Doces e Salgados". A banda terminou quando Paulo tinha 17 anos, e ele tomou um rumo diferente: "Ao término da banda por questões comerciais envolvendo a gravadora (que nos forçou a não dar sequencia no trabalho), eu me desiludi com a música e fui trabalhar nas empresas de meu pai. Cursei Administração, Jornalismo, também cursei Direito na tentativa de encontrar um caminho de estabilidade na vida, mas sempre sentindo que algo estava faltando. Assim estive até dois anos".
Entre as melhores lembranças da época do BomBom, Paulo diz: "São muitas, pois o proprio cenario da vida nos anos 80 era muito diferente do atual. Tinhamos muita alegria com o que faziamos, eramos muito amigos (somos até hoje) e nos divertiamos nas apresentações.  Nós quatro somos músicos e assim, nossos shows e ensaios eram envoltos em muita dedicação para conseguirmos o melhor. Digo isso pois diferentemente das outras "boybands", fomos os primeiros e talvez únicos até hoje com seus integrantes realmente tocando e executando suas proprias músicas. Mas para separar uma lembrança, faço um aglomerado com nossa relação de amizade. Tudo o que passamos sempre foi transparente e divertido e isso se demonstra no fato de estarmos conectados até hoje". 
Ele relembra uma história: "De minha parte, eu era o cara que sempre pagava os "micos" e há um fato marcante quando em um show do Raul Gil, ele anuciou que "em instantes" entraria o grupo Bombom e eu que estava meio desligado e assonado, entrei sozinho no palco e fui motivo de risadas por muito tempo!"
O que ele faz atualmente: "Há dois anos recebi o convite para trabalhar na Izzo Instrumentos Musicias, uma das maiores empresas do ramo em nosso país. Com isso pude retomar meus contatos e inclusive voltar a tocar meu contrabaixo sigo aquí na empresa como consultor de produção e relacionamento artístico, função na qual conseguimos implementar projetos com Sandro Haick e Dino Freitas (tambem ex-integrantes do grupo). Lembrando que o que estava faltando de algum modo era a proximidade da música. Agora aos 45 anos tenho inclusive a noção de dizer a qualquer um que nunca podemos deixar nossos sonhos e nossas predileções de lado em razão de dinheiro ou fortuna. Um legado decente e honesto só se deixa quando amamos o que fazemos e de agora em diante não abandonarei mais a música".
Ele ainda mantém contato com os outros ex-integrantes,  já que estão desenvolvendo alguns projetos de música dentro do panorama de trabalho de cada um. Paulo afirma: "Somos amigos até hoje e seremos eternamente amigos, isso é indestrutível.